2012-06-20 12:13:57 / Fuente: Ana Cárdenes, Agencia EFE
"Estamos entusiasmados este año, porque además de los cuatro deportistas invitados por el COI (Comité Olímpico Internacional) tenemos a un judoca que se ha calificado compitiendo para ir a los Juegos. Es el primer deportista que logra calificarse por puntos para las olimpiadas y que no va con la participación honorífica", explicó a Efe Hani El-Halabi, jefe de la misión olímpica palestina.
El equipo palestino de atletismo cuenta con dos corredores, Baha Al Farra, de Gaza, que competirá en los 400 metros, y Worud Sawalha, de Nablus (Cisjordania), que correrá los 800.
Los dos tienen 21 años y han estado entrenándose los últimos meses en Catar, al no contar los territorios palestinos con instalaciones deportivas de alto nivel.
Los nadadores son Sabine Habun, de 18 años y originaria de Belén, y Ahmed Mostafá Gebrel, de 21 años y nacido en El Cairo de padres palestinos, que competirán en los 50 metros estilo libre.
Ambos se preparan en el Centro de Alto Rendimiento de Barcelona, con el entrenador John Fortuny, informa el Comité Olímpico Palestino (COP).
La sorpresa olímpica palestina ha sido el judoca Abu Rmeileh, tendero en un puesto del zoco de la ciudad vieja de Jerusalén de 28 años, que en el Mundial de judo de Tokio en 2010 consiguió 20 puntos que le han permitido convertirse en el primer palestino que se califica para los Juegos Olímpicos.
También será el primer palestino que compita en judo en unos Juegos, puesto que hasta ahora la participación palestina se ha limitado al atletismo y la natación.
Jaled Al Yazji, secretario general del COP, se congratula en un mensaje oficial de que el equipo de este año sea "una muestra de todas las categorías de palestinos", con atletas de la Franja de Gaza, de Cisjordania, Jerusalén Este y la diáspora.
Para los palestinos, su presencia en las Olimpiadas tiene una importancia más política que deportiva: es una de las pocas ocasiones en las que pueden ver su bandera ondear junto a la de los otros estados en igualdad de condiciones.
La Organización para la Liberación de Palestina (OLP) persigue desde el pasado año el reconocimiento por parte de la ONU de Palestina como estado, pero buena parte de la comunidad internacional se niega a ello hasta que palestinos e israelíes alcancen un acuerdo de paz que fije fronteras y acabe con las disputas que les enfrentan.
Palestina, sin embargo, ha obtenido el reconocimiento bilateral de todos los países del mundo árabe y musulmán, así como el de decenas de países latinoamericanos y de Asia y África, que sí la reconocen como estado independiente.
"Nos impulsa la emoción de mantener nuestra bandera palestina alta en el cielo de las Olimpiadas entre las de otras naciones", asegura Al Yazji, que dice que los deportistas buscarán obtener "méritos deportivos y, por tanto, méritos políticos para Palestina, su estado".
El secretario general del POC afirma que el objetivo del equipo que viajará a Londres no es "la fama de ganar medallas", sino "fortalecer la relación con otros países, demostrar la identidad palestina y hacerla presente en eventos internacionales, sobre todo en el deporte, que juega un papel importante en el mantenimiento de la amistad las naciones".
"Espero que nuestros atletas hagan a cada palestino sentirse orgulloso y feliz de ver su bandera y su identidad tomar su lugar entre las otras naciones", añade.
Nader Almassri lleva la bandera de Palestina durante las ceremonias de inauguración de los pasados Juegos Olímpicos de Pekín 2008 en Beijing.
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6 Comentarios / Comenta esta artículo:
Desde muy pequeña sueño con representar a Palestina mi país en eventos internacionales. He entrenado y sigo entrenando duro, pero practico un deporte q necesito un sponsor y es muy difícil conseguirlo.
Admiro a estos compañeros muchísimo. Es tan tan especial mostrar al mundo que existe un país llamado Palestina.
O Som e o Sileanciopor Eduardo Bayer Neto (1) El Cuerno de la Abunde1ncia de Babel , de Salvador DaliO conhecimento e9 algo que ne3o se pode ofrceeer a toda sorte de pessoas, assim como o alimento ne3o pode ser o mesmo para toda a sorte de seres. O pergaminho que o profeta bedblico ingeriu poderia haver resultado inf3cuo, indigesto ou quie7e1 fatal para um outrem: embora outrens houvessem porcerto que pudessem fazer proveito daquela refeie7e3o simbf3lica, era o profeta o destinate1rio de seu contefado, e ele, apenas ele, poderia incorporar o conhecimento nela contido. Essa a vise3o medtica de uma “leitura comestedvelâ€, manifestada em Joe3o Evangelista na ilha de Patmos quando este escreveu o Livro do Apocalipse ou Livro da Revelae7e3o.Espero que a ningue9m desgoste o fato de utilizarmos aqui analogias agredcolas na continuidade desse pensamento de degustae7e3o: je1 que na hodiernidade sabores se produzem por ce1lculos refinados na quedmica industrial, expliquemos que foi por erros e acertos que nossos primeiros antepassados je1 construedam o seu carde1pio, e portanto ne3o caindo em dualismos e ne3o contrapondo bem e mal e9 necesse1rio fazer compreender que sf3 empiricamente e9 que aprendemos um dia a fazer uso das propore7f5es compatibilizando sucessos e insucessos para obter um proveito otimizado de cada alimento. Pois bem: se he1 alimentos para o corpo e alimentos para o espedrito, ambos coadunam-se com a analogia citada, pois ambos se3o alimento e conhecimento a uma sf3 vez, em melhor ou pior medida de acordo com sua destinae7e3o.Ora, o fruto que pende de uma e1rvore tambe9m pode ser resultado de uma elaborae7e3o consciente ou inconsciente, desde a escolha da semente ate9 as condie7f5es proporcionadas em seu desenvolvimento. A Natureza faz sua parte, quando pensamos na interae7e3o entre todos os fatores bif3ticos e abif3ticos que compf5em o telar da vida neste planeta, e como ator o ser humano tambe9m pode se destacar nessa elaborae7e3o de seu alimento. Entretanto, como a elaborae7e3o pode ser consciente ou inconsciente, tambe9m pode ser vista como racional ou irracional, e e9 nessa des-raze3o de algumas atitudes humanas que percebemos o relevo que adquire o controle da destinae7e3o nessa elaborae7e3o do alimento/conhecimento. A elaborae7e3o sf3 e9 plena se abarca toda a destinae7e3o possedvel, portanto uma elaborae7e3o plena necessariamente delimita sua destinae7e3o: e9 consciente de seu alvo, ou o enfoca racionalmente.O conhecimento/alimento religioso entretanto contradiz esse crite9rio, e e9 necesse1rio que o fae7a pois essa possibilidade “que2ntica†de contradie7e3o tem que fazer parte do jogo. O conhecimento/alimento religioso considera o “inefe1velâ€, o “inalcane7e1vel†que seria o mesmo que aceitar uma margem de erro X para validar uma experimentae7e3o cientedfica, je1 que para se obter uma precise3o absoluta teredamos tambe9m que possuir um controle absoluto de todas as varie1veis envolvidas, o que seria algo como uma virtude absurda ou digamos melhor, uma pretense3o tola.Simplifiquemos portanto o discurso, e tenhamos em conta que o conhecimento/alimento religioso considera uma fonte (externa/interna) ao homem, dentro da qual a delimitae7e3o de uma destinae7e3o da mensagem seria apenas um enfoque parcial e incompleto.Imaginemos um cedrculo dividido em duas partes por uma linha B onde exista um ponto A. Um dos lados este1 hachurado e o outro ne3o, e de A partem duas linhas que conformam um “arco de abertura†na borda do cedrculo a que transpassam. Pois bem: A e9 o sujeito ou o “corpus†de sujeitos que elabora seu alimento/conhecimento delimitando-lhe uma destinae7e3o (mostrada no “arco de aberturaâ€). A reta B e9 o horizonte cultural de A, e o que este1 hachurado e9 o que fica fora do vislumbrado a partir do horizonte cultural de A (com seus conceitos ou possibilidades de expresse3o lingfcedstica que lhe sejam prf3prios).Mas existe um “ponto zeroâ€, um centro perfeito da circunfereancia. Quando B passa prf3xima ou tangencia este ponto zero, e a circunfereancia fica com duas metades quase ideanticas, a A pareceria possuir um perfeito equiledbrio de vise3o, portanto um estado de equiledbrio e uma possibilidade de controle da destinae7e3o do alimento/conhecimento que irradia.Mas ne3o estando B dividindo a circunfereancia em duas partes iguais, desconectada portanto do “ponto zeroâ€, A ne3o pode centrar-se em si prf3pria sem um equedvoco de vise3o, pois ao elaborar o conhecimento/alimento projeta-se a uma destinae7e3o mas essa projee7e3o extravasa a um setor ne3o-percebido (ne3o-reconhecido) de seu horizonte cultural. A pode ate9 sentir na perda do controle da destinae7e3o um desequiledbrio e uma instabilidade, e conceitualizar que a parte marginal (hachurada) que desconhece vem a extravasar seus limites e circundar todo o seu esquema de universo, o que e9 entendido como “maligno†porque a perda de segurane7a e9 um sintoma enfermie7o a ser combatido.Bastaria com que se entendesse que B nunca ocupa o “ponto zeroâ€, e que A portanto nunca e9 capaz de enxergar o que este1 fora de seu horizonte cultural, de modo que ne3o e9 cabedvel imaginar-se ao “centro do universo†e com a vise3o-alvo total, para relativizarmos nossos haveres culturais para assim ne3o conceber maiores distore7f5es entre a fonte de alimento/conhecimento e sua destinae7e3o estimada. Bastaria com que A fosse capaz de reconhecer que ne3o ocupa o centro da totalidade de seu universo, e a sensae7e3o de desequiledbrio se desfaria – pois o horizonte cultural de A manifesta-se em B por suas prf3prias condie7f5es estruturais e em si tambe9m traduz um equiledbrio auto-ajuste1vel.O que buscamos explicitar e9 que apenas manifestae7f5es religiosas autocre1ticas e autorite1rias, em seu afe3 de estabilidade/segurane7a, confundem a posie7e3o central do sujeito ou “corpus†elaborador de conhecimento/alimento com a do ponto zero, e por isso produzem uma distore7e3o em seus resultados que muitas vezes caracterizam como uma injune7e3o de energias “malignasâ€. Maligno, no caso, e9 o equedvoco que cometem ao querer-se entender como ocupantes do “centro do universoâ€, o ponto 0 ou o “centro livreâ€, onde apenas a fonte de todo equiledbrio pode habitar, ou seja, onde apenas a perfeie7e3o encontra trono.Quanto mais A este1 desvinculado da pretense3o de representar o centro do universo, mais estare1 prf3ximo a este, e maior sere1 o seu horizonte cultural (a extense3o da linha B). Quanto mais A pretender proporcionar-se o centro do universo, mais estare1 distante deste e menor sere1 o seu horizonte cultural legedtimo. Por isso aceitar a existeancia do impondere1vel, e entender Deus como fonte de toda perfeie7e3o ou como o vazio absoluto (ne3o informa a forma de percepe7e3o, pois Deus e9 o estado de equiledbrio que o Universo processual estabeleceu em si, por si e consigo mesmo) pode ser explicado com alguma geometria aplicada tambe9m, onde se nenhum ponto ocupa o mesmo lugar que outro, apenas um ocupa o centro exato de uma circunfereancia. Ne3o confundamos pois, a circunfereancia em torno de si com a circunfereancia em torno da fonte de toda criae7e3o. Se esse ponto “zero†e9 zero ou um, he1 talvez bilhares de respostas possedveis mas nenhuma delas provindo do centro mesmo do universo (como queredamos demonstrar). Talvez nos caiba dizer que: he1 som e sileancio, mas ne3o he1 nem som sem sileancio nem sileancio com som (assim como ne3o he1 nem treva sem nenhuma luz nem luz com alguma treva).Para ir a Deus e9 preciso caminho, e9 preciso verdade e e9 preciso vida. Por que e9 preciso caminho? Porque em primeiro lugar precisamos ter a meta. Por que e9 preciso verdade? Porque sem conduta correta ne3o se segue nenhum caminho. E por que e9 preciso vida? Porque sem esseancia ne3o serve de nada uma conduta correta. Quando Jesus disse em profecia ser caminho, verdade e vida, e que ningue9m chegaria e0 fonte sem passar por ele, ne3o dizia ser ele a fonte. Ne3o ocupava o lugar central que a seu Pai cabia, mas como seu fruto usufrueda de um lugar ao seu lado. Ne3o circundava a fonte como se fosse maior do que ela, conhecia seu lugar simplesmente e sabia que quem chegasse e0 fonte o encontraria ali sabendo ser “ao lado†dela, “dela mas ne3o nelaâ€. O centro e9 livre! Mesmo quem se lane7a a ele e se fusiona nele permanece contedguo a ele, ao lado dele, e nunca no lugar que sf3 a Ele pertence. A manifestae7e3o do Pai no Filho e9 o Espedrito Santo que o “dogma da Santedssima Trindade†tem feito cultuar de modo talvez simplista – mas o filho manifestar o Pai como o Pai manifesta o filho, e9 a esse estado de equiledbrio eterno a que chamamos Perfeie7e3o! Esta se encontra como harmonia (interior e/ou exterior), que por sua vez e9 mais conhecida como safade, a qual buscamos continuamente mesmo quando ne3o a sabendo usar nem compreendendo o sentido da vida. Quem puder ente3o, fae7a proveito! Quem sabe o que entra na sua boca sabere1 o que saire1 dela.c9 muito apropriado citar ainda neste editorial a Stephan Hoeller, no livro “Jung e os Evangelhos Perdidosâ€, onde este diz:“Como sempre, surge a queste3o: qual o meio mais proveitoso para tratar mitos dessa natureza? Mais freqfcentemente no passado, pessoas visione1rias eram levadas a apresentar suas prf3prias experieancias edntimas, atribuindo-lhes pretensf5es metafedsicas, dizendo que representavam uma verdade revelada. O mundo de hoje tambe9m este1 cheio de profetas, de me9diuns e de “canaisâ€, que reivindicam absoluta validade para seus insights medsticos. c9 bom levar a se9rio as se1bias palavras de Jung: Em vista dessa situae7e3o extremamente incerta, escreveu ele, me parece muito mais cauteloso e razoe1vel tomar conhecimento do fato de que ne3o he1 apenas um inconsciente psedquico, mas tambe9m um inconsciente psicf3ide, antes de fazer julgamentos metafedsicos Ne3o se deve temer que a experieancia interior seja por isso privada de sua realidade ou vitalidade. / Fatores incognoscedveis, transpsedquicos, este3o sempre presentes por detre1s da psique inconsciente e de suas imagens medticas. Podemos chame1-los de seres aef4nicos, seguindo o modelo gnf3stico, ou de arque9tipos psicf3ides, segundo as sugestf5es de Jung. A base e a subste2ncia dos mitos que surgem na superfedcie da conscieancia de homens e mulheres ne3o podem ser explicados pelo uso de conceitos e palavras pertencentes a qualquer disciplina. O mito continua e, com ele, o crescimento e a transformae7e3o da alma humana, e nele podem ser descobertos os tesouros de uma Gnose que continua contribuindo para a iluminae7e3o dos obscuros recessos de nossas vidas e revelando os tesouros da mente e do discernimento redentorâ€. (2)Ente3o lane7amos assim desprendidamente nossa eneagrame1tica edie7e3o do vere3o de 2008, onde buscamos contrastar diferentes pontos de vista e de mirada, por sua vez complementares e anunciadores dos muitos desafios que a humanidade tem pela frente. Outrora, nas encruzilhadas do conhecimento, talvez houvessem Esfinges a interpelar: “Decifra-me ou te devoroâ€. Mas agora saibamos nf3s, renunciando ao Ego e encontrando ao Self, extrair ate9 das Esfinges o seu sumo! []
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